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Protagonismo digital no Brasil: 32º lugar em ranking global

Um novo relatório global trouxe um alerta para o ecossistema de tecnologia e inovação: o Brasil ainda busca protagonismo digital. No Ranking de Competitividade Digital 2025, elaborado pelo IMD (International Institute for Management Development), o país ocupa a 32ª posição entre 49 nações avaliadas. Esse estudo mede a capacidade de cada país em adotar e

por Renato Mattos

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Uma jovem mulher, com cabelos cacheados e suéter verde, sorri enquanto usa um notebook em uma mesa de escritório em casa. A tela do notebook exibe a interface de design do Canva, com um projeto de cartões coloridos e fotos. O ambiente é iluminado de forma colorida com luzes LED rosa e azuis. Ao redor dela, há livros em prateleiras, plantas, um ring light ligado e um letreiro de néon rosa na parede escrito 'CREATE & DESIGN'. Ela demonstra protagonismo digital ao gerenciar sua própria criação de conteúdo e design de forma autônoma e criativa.

Um novo relatório global trouxe um alerta para o ecossistema de tecnologia e inovação: o Brasil ainda busca protagonismo digital. No Ranking de Competitividade Digital 2025, elaborado pelo IMD (International Institute for Management Development), o país ocupa a 32ª posição entre 49 nações avaliadas.

Esse estudo mede a capacidade de cada país em adotar e aplicar tecnologias digitais para impulsionar negócios, governo e sociedade. Assim, o desempenho brasileiro mostra que o desafio vai além da inovação: envolve educação, políticas públicas, regulação estável e mão de obra qualificada.


O que está por trás desse resultado?


Embora o Brasil apresente avanços importantes — como a digitalização bancária, o sucesso do Pix e o crescimento das govtechs —, o relatório destaca pontos críticos que ainda travam o protagonismo digital:

  • Baixo investimento em educação digital e requalificação
  • Infraestrutura desigual de conectividade
  • Ambiente regulatório instável
  • Pouca agilidade na adoção de tecnologias emergentes

Contudo, apesar desses obstáculos, empresas brasileiras têm mostrado resiliência e criatividade. Setores como fintechs, e-commerce e agtechs já demonstram que é possível inovar de forma consistente, mesmo em um cenário desafiador.

Como o Brasil pode avançar no protagonismo digital?

Com quase dois terços de 2025 já percorridos, o recado é claro: a competitividade digital precisa se tornar prioridade estratégica nacional. Isso exige decisões firmes do governo, mas também esforços coordenados do setor privado.

Portanto, três eixos são fundamentais para o Brasil ganhar espaço no ranking global:

  • Investir em talentos e educação digital
  • Fortalecer a infraestrutura de conectividade
  • Criar governança e estabilidade regulatória

Nesse contexto, investir em maturidade digital já não é apenas uma vantagem competitiva, mas sim uma condição de sobrevivência.

Conclusão: protagonismo digital como urgência nacional

O protagonismo digital no Brasil ainda está em construção. O país tem casos de sucesso em setores estratégicos, mas precisa acelerar investimentos em educação, regulação e infraestrutura para realmente competir em escala global.

A mensagem do relatório é clara: não basta avançar em ilhas de inovação — é preciso criar um ecossistema digital integrado, escalável e sustentável. Somente assim o Brasil poderá conquistar posições mais altas nos próximos rankings internacionais.

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  • #cultura-agil
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  • #protagonismo-digital
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